Testemunhas de Jeová se mobilizam no Distrito Federal e em todo o Brasil contra proibição do grupo n
- 31 de mar. de 2017
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Uma ação política deflagrada há mais de 11 mil quilômetros do Distrito Federal provocou reação em diversos moradores da capital. Testemunhas de Jeová que moram em Brasilia enviaram milhares de correspondências em protesto à Embaixada da Rússia, na Quadra 801 do Setor de Embaixadas Sul, para reclamar contra a proibição da atuação do grupo cristão na Rússia. O Ministério da Justiça da Rússia solicitou que a comunidade religiosa seja considerada extremista e banida. Em 5 de abril, o Supremo Tribunal da Federação Russa vai avaliar o pedido, que pode afetar a vida de cerca de 175 mil membros da Organização. As famílias pedem a intervenção do embaixador Sergey Pogóssovitch Akopov para a suspensão do processo. O “cartaço” à representação russa no Brasil é ainda maior, já que grupos de vários estados aderiram à iniciativa. As manifestações também se multiplicam nas redes sociais, onde seguidores do credo usam o perfil da representação no Facebook para reclamar.

Milhares de Cartas
Um funcionário dos Correios confirma o alto número de cartas de vários lugares do Brasil para a Embaixada da Rússia. Segundo ele, a expectativa é que, em pouco tempo, a quantidade de correspondências chegue a 1 milhão. “São de várias pardes do Brasil. São cartas simples, registradas, por Sedex, em uma demanda muito além da esperada. Aumentou bastante a carga de trabalho”, revela. As cartas de Roberto Kayano Júnior, 39 anos, e da mulher, Gisela Kayano, 38, estão entre as milhares enviadas. Frequentadores de uma congregação no Cruzeiro Novo, eles acreditam que o “cartaço” promovido pelos religiosos chegará ao conhecimento das autoridades. “Soubemos do processo de proibição pelo site das Testemunhas de Jeová. Escrevi para o embaixador dizendo que estou apreensivo com a situação”, revela.
Clique no site abaixo para entender o caso... Site Oficial da TJ
https://www.jw.org/pt/noticias/noticias/por-regiao/russia/jw-mobilizacao-mundial-contra-possivel-proibicao/
Veja o vídeo abaixo e entenda o caso!





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